COMBONIANUM – Formazione e Missione

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FP Português 2012

Artigos mensais de Formação Permanente em português
enviados em 2012

Veja aqui todos os artigos mensais de Formação Permanente disponiveis em português.
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Documentos em Português
ANO 2012

O SACRAMENTO DO SORRISO
José Luís Martín Descalzo

sorriso “Se eu tivesse de pedir a Deus um dom, um único dom, um presente celeste, creio que não hesitaria em pedir a suprema arte do sorriso. É o que mais invejo em algumas pessoas. É, penso eu, o cúmulo das expressões humanas.
Bem sei que há sorrisos mentirosos, irónicos, de desprezo, e até aqueles que o teatro romântico qualificava de “risos sardónicos”. É deles que dizia Shakespeare, numa das suas comédias, que “se pode matar com um sorriso”. Mas não é desses que eu estou a falar. É bem triste que até um sorriso se possa perverter. Mas não vale a pena gastar tempo a falar de podridão.
Falo, sim, dos sorrisos que se levantam de uma alma iluminada, que aparecem como o estalar de um relâmpago na noite, como o que vimos ao ver uma corça a correr, ou o que produz em nossos ouvidos o murmúrio de uma fonte num bosque solitário; ou os sorrisos que milagrosamente vemos despontar no rosto de um menino de oito meses, e que algumas pessoas – pouquíssimas! – conseguem conservar durante toda a vida.

→ FP.pt 2012-1 O Sacramento do sorriso.doc

VIDAS ‘VAZIAS’, TRONOS DA GLÓRIA DE DEUS
Timothy Radcliffe, op

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 “O que esperamos encontrar nos mosteiros é mais do que se pode dizer. As nossas palavras não alcançam a glória de Deus”. Numa palestra feita ao Congresso de Abades da Ordem Beneditina, da qual este texto foi tirado, Timothy Radcliffe, explora o vazio da vida monástica e sugere que é precisamente essa aparente falta de propósito em termos profanos, o que permite a essas comunidades tornarem-se “tronos da glória de Deus”.

 → FP.pt 2012-2 Vidas ‘vazias’, tronos da Gloria de Deus.rtf

A CAMINHO DE JERICÓ
Timothy Radcliffe, op

Mas ele, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: “Quem é o meu próximo?” Esta é uma questão que nos interroga a todos nós, hoje, na Europa: “Quem é o nosso próximo?” As nossas famílias? Sim, especialmente aqui em Itália! Os que vivem ao nosso lado? Nas aldeias, talvez sim, mas nas grandes cidades onde se desconhece mesmo o nome dos vizinhos, já não. Não os conhecemos, não lhes devemos nada. Gente de outros países da União Europeia? Serão os ingleses ‘próximos’ dos italianos? Sim, quando se trata do Primeiro Ministro, mas talvez não quando se trata das claques de futebol. E quais são as obrigações que temos para com os imigrantes que chegam todos os dias à Europa vindos da periferia, da Europa de Leste, da Ásia e da África? Que dizer dos imigrantes clandestinos, que fogem da pobreza e por vezes da opressão política ? Serão estes os nossos próximos? Tal como o doutor da lei, queremos respostas claras. Queremos saber o que devemos fazer.

FP.pt 2012-3 Radcliffe – A caminho de Jericó.doc

TEMPO DA PAIXÃO – ENCONTRO COM O SOFRIMENTO
Por Anselm Grün

Ilustración-de-Semana-Santa-5Com o Domingo de Ramos começa para nós a verdadeira celebração da morte e ressurreição de Jesus. Damos início à recordação do sofrimento de Jesus com uma procissão triunfal. Como no tempo de Jesus, que entrou em Jerusalém celebrado como um rei, também nós entramos na igreja com ramos de palmeira. Com a procissão de Ramos reconhecemos que é esse Jesus, que se dispõe a trilhar o calvário. Ele é o Messias que nos conduz à liberdade e o rei que governa o mundo todo. Quando seguimos a Jesus como o verdadeiro rei, experimentamos nós mesmos o caminho para nossa dignidade de reis.

Semana da Paixão
Matta el Meskin

 mattaelmaskeen (1)O Getsêmani e o Sofrimento – O Getsêmani é o lugar onde aconteceu o grande encontro, onde a humanidade se encontrou com Deus. Não foi por acaso que Jesus, naquela noite, encontrou um jardim onde pôde provar a angústia e o turbamento e no qual sua alma pôde ser afligida por aquela dor extraordinária até a morte. Não é por acaso que foi no jardim do paraíso que Adão foi desnudado pelo pecado para depois desaparecer da presença de Deus, de modo que em Adão a humanidade entrou num estado de separação de Deus e na morte?

FP.pt 2012-4 Semana Santa.doc

O Pentecostes Joanino e o Pentecostes Lucano
Mário Pinto

Pentecostes (2)No Novo Testamento, temos relatos de dois Pentecostes, e não de apenas um. Além do Pentecostes descrito por S. Lucas no capítulo 2 dos Atos dos Apóstolos, encontramos também o Pentecostes descrito no Evangelho segundo S. João (João 20: 22), em que nos é contado que Jesus soprou sobre os Apóstolos, dizendo: “recebei o Espírito Santo”.
Este Pentecostes joanino acontece no próprio dia de Páscoa, no cenáculo, após a Ressurreição; antecipa, assim, o Pentecostes relatado por S. Lucas nos Atos, ocorrido cinquenta dias depois, no dia de Pentecostes judeu.

Pentecostes: “Que o teu espírito de bondade me conduza!”
Meditação do irmão Alois (Taizé)

 Pentecostes (1)Em muitas regiões do mundo, a festa do Pentecostes chega numa altura em que a natureza está muito bonita. Irrompe a Primavera, anuncia-se já o Verão, cresce o trigo nos campos e o vento distrai-se a brincar com as espigas como se fosse ele que as fizesse crescer. Em Israel a festa do Pentecostes era uma acção de graças pelo trigo maduro. Em várias parábolas, Jesus fala do Reino de Deus que chega através de uma maturação. O Pentecostes marca o tempo da colheita.
Mas o Pentecostes é também a irrupção da novidade, do inesperado. O que se passou no Sinai foi uma prefiguração, que encontra agora uma realização. Deus dá a conhecer a sua vontade, no entanto a sua Lei já não se grava em tábuas de pedra mas sim nos corações. Já não é apenas uma pessoa (Moisés) que permanece diante Deus; o fogo do Espírito desce sobre todos. Pelo Espírito Santo, é o próprio Deus que vem habitar em nós. Sem intermediários, ele está presente. É para nos fazer entrar numa relação pessoal com Deus que o Espírito Santo nos é dado.

Peço a Deus que me livre de Deus!
Por José María Castillo

Mestre EckhartO Mestre Eckhart soube extrair dos ensinamentos de Jesus, o mais profundo que seguramente há nesses ensinamentos: a Deus o encontramos no “outro”, O encontramos ou o depreciamos nos “outros”. O perigo e o horror das religiões consiste em que podemos chegar a “divinizar” nossos sentimentos mais turvos e nossos ressentimentos mais baixos. Quando, em nome da defesa da fé em Deus privamos alguém de sua dignidade, de sua liberdade ou de seus direitos, incorremos em uma autêntica idolatria de blasfêmia. Até o extremo de que, por defender a “deus”, desprestigiamos ou ofendemos ao verdadeiro Deus, o Deus que está em cada ser humano.

A crise na Europa e a religião do mercado
Por Eric Toussaint

 dinheiroDirigentes políticos da esquerda tradicional ou da direita, do Norte ou do Sul, confessam uma verdadeira devoção pelo mercado e, em particular, pelos mercados financeiros.
O governo e o Parlamento gregos, tendo compreendido finalmente a mensagem recebida dos deuses do mercado, adoptaram um plano de austeridade de choque que fará com que os debaixo paguem o custo da crise. Mas os deuses seguem descontentes com o comportamento de Espanha, Portugal, Irlanda e Itália. Seus governos também deveriam levar como oferendas importantes medidas anti-sociais para acalmá-los.
Quase todos os dirigentes políticos, sejam da esquerda tradicional ou da direita, sejam do Norte ou do Sul, confessam uma verdadeira devoção pelo mercado e, em particular, pelos mercados financeiros. Na verdade, deveríamos dizer que eles criaram uma verdadeira religião do mercado. A cada dia, em todas as casas do mundo que tem televisão ou internet, celebra-se uma missa dedicada ao deus mercado durante a divulgação da evolução das cotações da Bolsa e dos mercados financeiros.

Religião como uma experiência de consumo
Por G. Jefrrey MacDonald

 Pentecostes (4)Os clérigos norte-americanos sofrem de estresse, mostram vários estudos recentes. E parte do problema, segundo observaram os pesquisadores, é que os pastores trabalham demais. Muitos deles precisam de férias, é verdade. Mas há um problema mais fundamental que nenhum descanso e relaxamento pode ajudar a resolver: a pressão das congregações para que eles abandonem o maior chamado que uma pessoa pode receber.
A vocação religiosa é para ajudar as pessoas a crescerem espiritualmente, resistirem a seus impulsos mais baixos e adotarem comportamentos mais elevados e compassivos. Mas os fieis cada vez mais querem pastores que os acalmem e entretenham. Isso fica aparente nas poltronas de teatro e telas de projeção gigantes nas igrejas e nas viagens missionárias que envolvem mais turismo do que ouvir a população local.
Como resultado, os pastores são constantemente obrigados a escolher, à medida que tentam satisfazer a lista de desejos dos fieis em seus e-mails e correios de voz, entre os caminhos da integridade pessoal e os que trazem mais segurança no emprego. À medida que a religião se torna uma experiência de consumo, os clérigos ficam mais infelizes e sem saúde.

FP.pt 2012-5 Reflexões a proposito de Pentecostes.doc 

O toque de Deus que muda a vida
Enzo Bianchi

Jesus curando o leprosoO encontro com a humanidade sofredora, com os rostos e os corpos desfigurados de muitos homens e mulheres, constituíram para Jesus uma espécie de Bíblia viva, em carne e osso, a partir da qual ele pôde ouvir a lição da fraqueza e do sofrimento humanos, pôde aprender a arte da compaixão e da misericórdia. Podemos dizer que esses encontros representaram para ele um magistério do humano e uma revelação do divino, um lugar de aprendizagem do viver e do crer: Jesus não aprendeu só com aquilo que ele mesmo sofreu (cf. Hb 5, 8), mas também com o sofrimento dos outros.

ABRIR-SE À TERNURA – A HISTÓRIA DE HELENA
Jean Vanier

Jean Vanier e JP IIA Helena morreu há alguns meses. Tinha quinze anos quando chegou à comunidade. Tinha vivido no hospital desde a nascença e era muito pequena. Era cega, incapaz de andar, de falar, de fazer fosse o que fosse com as mãos; um pobre corpinho ferido e frágil. É assim, nós somos seres de comunhão, e quando a comunhão não é possível, fechamo-nos em nós próprios, tornando-nos incapazes de comunicar, de agir, de entrar nessa circulação vital do mundo e dos seres; é como se tivéssemos deixado de ser irrigados. A criança que está abandonada, deixada a si própria desde a nascença, fecha-se num mundo de tristeza e de depressão e torna-se incapaz de reagir.

FP.pt 2012-6 O toque de Deus que muda a vida.doc

Demônio meridiano ou a crise da meia-idade
J. Ramón F. Cigoña sj

CriseMuito se tem falado e escrito sobre a crise experimentada por aqueles que se aproximam da metade da vida. A idade madura é caracterizada por determinantes específicos tais como força pessoal, eficiência no trabalho, responsabilidade, interioridade e nas mulheres também por certas repercussões fisiológicas e psicológicas particulares. Os posicionamentos afetivos, vividos nas etapas precedentes, passam, agora, a ser percebidos diferentemente quando não se conta mais com a energia e a força de vontade inerentes à juventude. Contudo nessa idade, entre os 40 e os 50 anos, somos chamados a vivenciar novos relacionamentos, mais profundos e complexos que os anteriores, por ser maior o campo de visão. Na verdade, quando diminuem as próprias forças, abre-se a possibilidade de confiar mais nos outros e também em Deus.

 FP.pt 2012-7 Crise da meia-idade.doc

Do tempo livre à libertação do tempo
Documento do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura – Portugal

Do tempo livre à libertação do tempoO Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura oferece à cultura em Portugal, e à Igreja no seu conjunto, esta síntese da reflexão que dedicou, ao longo de três anos, à temática do “tempo livre”. É o seu primeiro trabalho no género, tentando um desempenho oportuno e específico do seu encargo, dentro da Conferência Episcopal Portuguesa em que se integra.

FP.pt 2012-8 Do tempo livre à libertaçao do tempo.doc

“Ano da Fé”
João Duque

ano_da_fe-1024x768Na sequência do tratamento dado à caridade e à esperança (Deus caritas est e Spe salvi), seria de esperar que Bento XVI dedicasse um escrito à fé, centrando assim as suas encíclicas nas três virtudes teologais, como tinha anunciado no início do pontificado. Desta vez, dedica-se o ano de 2012 inteiro à reflexão e meditação sobre a fé. Desse modo, realiza-se o projeto de repensar os elementos essenciais do cristianismo e da vida da Igreja, evitando que, no interior da densa floresta dos assuntos e das propostas, se perca o horizonte fundamental do que nos constitui como cristãos.

A nova evangelização e o Sínodo:  Uma grande reflexão sobre a Igreja
Frédéric Mounier

Sinodo2Nem irenismo nem catastrofismo: a próxima assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a nova evangelização, que se realizará em Roma entre os dias 7 e 28 de outubro próximo, poderia ocorrer em uma atmosfera quase conciliar. Julgando-se pelas 80 páginas, subdivididas em 169 paráfragos do Instrumentum laboris publicado no dia 20 de Junho 2012, síntese das inúmeras respostas aos Lineamenta, publicados no dia 2 de fevereiro de 2011, provenientes de todo o mundo e de todos os protagonistas da Igreja (70% dos episcopados, dos superiores dos religiosos e das religiosas, leigos, movimentos e serviços responderam), o exercício sinodal poderia ser um retorno ao essencial da fé e da Igreja.

“O anúncio do Evangelho hoje, entre missio ad gentes e nova evangelização”
Timothy Dolan

Cardeais--1Sexta-feira, 17-02-2012, na presença do Santo Padre, teve início, na Nova Sala do Sínodo, um dia de oração e reflexão, convocado por Bento XVI por ocasião do Consistório que seria realizado no dia seguinte na Basílica Vaticana. O tema e o motivo do encontro foi a nova evangelização, em vista do próximo Sínodo e do Ano da Fé. O arcebispo de Nova Iorque, Dom Timothy Dolan, apresentou o tema: “O anúncio do Evangelho hoje, entre missio ad gentes e nova evangelização”. O discurso, que foi muito apreciado pela assembleia, apresentou os sete pontos de “uma estratégia eficaz de evangelização” em resposta à “secularização”.

A última entrevista do cardeal Martini
Igreja de hoje: “Muitas cinzas sobre as brasas”

Card. Martini1Segunda-feira, 3 de Setembro de 202 – No início do mês passado, o cardeal Carlo Maria Martini começou a pressentir que os seus dias se aproximavam do fim. Aceitou dar uma última entrevista, conduzida por Georg Sporschill, seu colega jesuíta, e por Federica Radice, jornalista free lance, a qual ocorreu no dia 8 de Agosto. O jornal “Corriere della Sera” publicou-a neste sábado, dia seguinte ao da morte do cardeal. Tem sido considerada o seu “testamento espiritual”. O texto foi ainda revisto pelo autor.

FP.pt 2012-9 Ano da Fé e Nova evangelização.doc

Abertura do Sínodo – 7.10.2012
Extractos da Homilia do Papa Bento XVI

sinodo-bispos5Queria refletir, brevemente, sobre a «nova evangelização», relacionando-a com a evangelização ordinária e com a missão ad gentes. A Igreja existe para evangelizar. Fiéis ao mandamento do Senhor Jesus Cristo, seus discípulos partiram pelo mundo inteiro para anunciar a Boa Nova, fundando, por toda a parte, comunidades cristãs. Com o passar do tempo, essas comunidades tornaram-se Igrejas bem organizadas, com numerosos fiéis. Em determinados períodos da história, a Divina Providência suscitou um renovado dinamismo na ação evangelizadora na Igreja.

Abertura do Ano da Fé – 11.10.2012
Extractos da Homilia do Papa Bento XVI

BentoXVI_bannerEis aqui o modo como podemos representar este ano da Fé: uma peregrinação nos desertos do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o que é essencial: nem cajado, nem sacola, nem pão, nem dinheiro, nem duas túnicas – como o Senhor exorta aos Apóstolos ao enviá-los em missão, mas sim o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como é o Catecismo da Igreja Católica, publicado há 20 anos.

UM DIA DE SÍNODO RELATADO POR UM PARTICIPANTE BRASILEIRO
MAIS 56 DISCURSOS! UMA ESCUTA ATENTA

sinodo2013okA questão da islamização do ocidente cristão: causou grande impacto na assembleia um pequeno filme de cinco ou sete minutos (cujo conteúdo eu já havia visto na internet, há tempo) que mostra um problema quase que irreversível: estatisticamente, em base a dados demográficos e migratórios, dentro de 50 anos a Europa cristã terá desaparecido transformando-se um continente mulçumano. Se as famílias cristãs não gerarem mais filhos e se não houver um trabalho de intensa evangelização, esse será o destino de nossa História… Alguns viram nisso uma “guerra de religiões”, outros duvidaram dos dados e perguntaram pelas fontes… mas parece que a frieza dos números e estatísticas apontam nessa direção. Um motivo a mais para intensificar uma nova evangelização.

 UM OLHAR PORTUGUÊS SOBRE O SÍNODO

sinodo_bispos_2012_gf_1Bento XVI celebrou no domingo, 7 de Outubro, de manhã, a missa na Praça de São Pedro, no início da XIII assembleia ordinária do Sínodo dos Bispos, sobre a “Nova evangelização para o transmissão da fé cristã” (7-28 Outubro). O arcebispo D. Nikola Eterovic, em conferência de imprensa no Vaticano, ilustrou a lista dos participantes e o modo como decorrerão os trabalhos. Sobressai o elevado número de Padres sinodais, 262, o maior de sempre: 103 da Europa, 63 da América, 50 da África, 39 da Ásia e 7 da Oceânia.

 FP.pt 2012-10 Sinodo da Nova Evangelização.doc 
 

A IGREJA DEVE TEMER O FUTURO?
Jean Delumeau

Chama da fé - 1Última inovação cristã, a mais paradoxal de todas, mas que dá sentidos a todas as outras: a proclamação da ressurreição de Jesus, que “ressurgiu dentre os mortos”. Ora, não se trata de uma divindade que morre no outono para renascer na primavera, como nas religiões dos mistérios da Antiguidade, mas do Filho de Deus arrancado definitivamente da morada dos mortos. Nós podemos nos recusar a acreditar nesta “loucura” – é a expressão de Paulo –, porém, é necessário constatar que nunca antes havia sido proposta semelhante doutrina e que ela não está assentada em nenhuma outra religião. Seu corolário é a convicção de que Jesus, ressuscitando, nos abre as portas do reino dos céus, e que nós seremos acolhidos nele. Tais são os sentidos e o desfecho que o cristianismo dá à nossa vida. Assim, finalizando, minha questão: em que e por que uma tal esperança estaria fora de moda?

FP.pt 2012-11 O futuro da Igreja – a esperança.doc

 

AS IDADES DO ESPÍRITO
Segundo Galilea

A sabedoria nos faz compreender que o único válido, que nos deixa em paz, é fazer o que Deus quer e quando Ele quer. E, para isso, Deus se serve também de nossos fracassos e desilusões, que nos vem ensinando através da nossa vida o valor do único necessário. Isto é o cume da sabedoria e também a verdadeira humildade, que ao mesmo tempo é condição e fruto da autêntica sabedoria do Evangelho.

FP.pt 2012-12 As idades do espirito.doc

FP.pt 2012-13 O Natal dito na música e na poesia.doc

 ANO 2011

Documentos disponiveis (link)

FP.pt 2011-1 A angústia de uma ausência.doc

FP.pt 2011-2 50 anos da Mater et Magistra.doc

FP.pt 2011-3 Os dons do Espírito Santo.doc

FP.pt 2011-4 Refldexões eclesiais de Enzo Bianchi.doc

FP.pt 2011-5 Miséria, até quando (A5).doc

FP.pt 2011-5 Miséria, até quando.doc

FP.pt 2011-6 Ecologia – Leonardo Boff.doc

FP.pt 2011-7 Testemunho cristão em um mundo de pluralismo religioso.doc

FP.pt 2011-8 Fé cristã e pluralidade religiosa (A5).doc

FP.pt 2011-8 Fé cristã e pluralidade religiosa.doc

FP.pt 2011-9 DMM – Mensagem do Papa.doc

FP.pt 2011-10 A nova evangelização.doc

FP.pt 2011-11 Matizes do Outono da vida.doc

FP.pt 2011-12 Advento – Esperança ou desilusao.doc

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Questa voce è stata pubblicata il 05/01/2013 da in Artigo mensal, PORTUGUÊS.

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Combonianum è stata una pubblicazione interna nata tra gli studenti comboniani nel 1935. Ho voluto far rivivere questo titolo, ricco di storia e di patrimonio carismatico.
Sono un comboniano affetto da Sla. Ho aperto e continuo a curare questo blog (tramite il puntatore oculare), animato dal desiderio di rimanere in contatto con la vita del mondo e della Chiesa, e di proseguire così il mio piccolo servizio alla missione.
Pereira Manuel João (MJ)
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