COMBONIANUM – Formazione e Missione

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Leitura: “Sermões num minuto – 60 pequenos textos para grandes reflexões”

leituras

«Estou atento ao importante?» «Para onde vai a minha vida?» «Qual é a minha missão?» Estas são as primeiras três de seis dezenas de reflexões que José Luís Nunes Martins e Pilar Sousa Lara apresentam no livro “Sermões num minuto – 60 pequenos textos para grandes reflexões”.

«Os autores testemunham e desafiam‑nos, mas numa lin­guagem que pode poisar na terra diversificada dos corações; mesmo naqueles que se interrogam e, porventura, falam a um Deus desconhecido», escreve o P. João Aguiar Campos no prefácio da obra publicada pela Nascente e com ilustrações de António Sousa Lara.

Os sermões, que «devem ser lidos num minuto» mas «pensados durante mais tempo», «não pretendem ensinar verdades ou impor convicções», mas estimulam o leitor a colocar «novas perguntas» e encontrar «respostas suas», lê-se na introdução.

Não se trata de um «livro fácil», advertem os autores: «Exige que quem o leia seja capaz de ler, de novo, a sua vida e, quem sabe, descobrir mais sobre si e sobre os seus erros».

«A ideia original sempre foi esta: sermão, oração e ilustra­ção. Tudo concentrado, simples e profundo. Uma série de desafios pessoais a todos os que quiserem entregar‑se, em silêncio, à busca da verdade. Está cheio de perguntas, afirma­ções algo desconfortáveis, e uma grande vontade de viver uma vida mais profunda, elevada, larga e ampla», assinalam.

A sequência de temas baseia-se nas leituras bíblicas proclamadas nas missas aos domingos e dias santos, durante o ano litúrgico em curso.

“O dom de sofrer sem perder a fé”
José Luís Nunes Martins, Pilar Sousa Lara, António Sousa Lara
In “Sermões num minuto”

Um dos maiores dons que recebemos e que importa que cuidemos melhor é o da capacidade de sofrer.

A vida é dura, cheia de buracos, abismos, armadilhas e intempéries. Tempestades que por vezes são capazes de nos arrancar pela base e de nos sacudir pelas raízes. Dores que duram. Desertos que parecem não ter fim e que temos de fazer a pé, com frio e poucas forças.

A nossa existência não parece ser justa – pessoas boas sofrem enquanto outras, menos bondosas, vivem vidas sem reveses.

A maior de todas as graças é enfrentar as desgraças sem que a nossa fé

se perca. Sem que abramos mão da esperança, mesmo quando tudo correr mal.

As feridas que nos magoarão amanhã começam a cuidar‑se hoje, pela preparação de que formos capazes.

Eu não sou melhor se escolher o sofrimento.

O sofrimento não é necessário, mas é tão íntimo à natureza humana como o amor e a felicidade.

Não há capacidade para mais se essa mesma capacidade não for alargada em si mesma.

E, quando a minha capacidade se desenvolve, ela alarga‑se para tudo e eu faço‑me maior…!

Saiba eu, serenamente, permitir que o sofrimento que a vida me traz me alargue e desenvolva em mim todas as minhas capacida­des de fazer o bem.

ImagemAntónio Sousa Lara

“Onde procuras a vida?”
José Luís Nunes Martins, Pilar Sousa Lara, António Sousa Lara
In “Sermões num minuto”

Procuramos muitas vezes, entre as memórias e os sonhos, aqueles que estão no nosso presente. Visitamos túmulos de todo o tipo na esperança de prestar homenagem a quem afinal está vivo e à nossa espera.

Acontece que os mais belos mistérios da vida se escon­dem à luz e bem diante dos nossos olhos. É preciso estarmos atentos e encontrarmos os seus sinais. Não vale a pena tentar compreender os seus porquês. A explicação para a nossa existência ultrapassará em muito a capacidade que temos de a compreender.

Há muita vida na vida. Importa sermos capazes não de viver a miserável vida que o mundo nos tenta impor, mas a nossa verdadeira e íntima existência, de forma plena e feliz.

Cada dia é uma vida – não procuremos entre o que já foi e aquilo que queremos ser.

Hoje, em vez de deixar a vida acontecer, simplesmente correndo, passando por mim, mas não em mim, vou parar sempre que puder.

Vou contemplar quanta vida há à minha volta, quantas vidas estão implicadas na minha e quanto da vida ainda tenho para descobrir apenas hoje…!

Hoje vou parar sempre que puder e contemplar aquilo que foi, que é e que pode ser.

Hoje não vou deixar que a vida passe por mim, mas que passe em mim.

ImagemAntónio Sousa Lara

“Amar é criar, não é esperar”
José Luís Nunes Martins, Pilar Sousa Lara, António Sousa Lara
In “Sermões num minuto”

Preferes ser mais uma parte da vida, ou ser dos que dão mais vida à vida, dos que remendam com o seu bem o mal que há no mundo?

Arriscar e falhar não é um fracasso, o verdadeiro falhanço é o dos que permitem que o medo ou a preguiça os congele. Alguns até lhes chamam, de forma suave, bom senso e pru­dência, mas isso é apenas uma forma subtil de justificarem a sua cobardia.

O futuro não espera por ninguém, quem não se mexe para garantir que não comete erros torna‑se ele próprio um erro da vida que alguém lhe deu e esperou que desse fruto.

A glória pessoal nada é; os grandes feitos na vida são os que conseguimos erguer em conjunto.

O impossível não tem lugar onde se dá vida à fé. Repara na beleza do riso de uma criança. Na ternura de uma mãe. No sorriso de um amigo. Na certeza que brilha no olhar de um apaixonado.

São obras de fé e amor. Promessas que se hão de cumprir, custe o que custar.

O meu maior pecado é não viver a vida que me foi dada.

E para viver de forma inteira preciso de ser livre e viver o agora.

Para não ser condicionado pelo meu passado, nem me tornar escravo do futuro que idealizo, mas viver inteiro e atento ao meu presente, devo considerar todas as suas oportunidades, arriscar nos seus pedidos.

E, assim, descobrir o que a vida tem para mim. Com a certeza de que será maior do que o meu plano.

ImagemAntónio Sousa Lara

SNPC
Imagens: Capa e desenhos no interior | D.R.
Publicado em 09.01.2018

http://www.snpcultura.org

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Questa voce è stata pubblicata il 09/01/2018 da in Fé e Espiritualidade, PORTUGUÊS con tag , .

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