COMBONIANUM – Formazione e Missione

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Considerações para uma releitura da Regra de Vida

Spiritualità comboniana
Regola di Vita (3)


Regola di vita

ANNO 2018
RIVISITAZIONE E REVISIONE DELLA REGOLA DI VITA

Nel 2013, in occasione della celebrazione dei 25° della RV, era stata nominata una commissione per riflettere sulla nostra RV. Diversi confratelli hanno scritto delle riflessioni. Vorremmo mettere a disposizione tali contributi per l’attuale processo di “rivisitazione e revisione della RV”. Ecco una riflessione di P. Manuel Augusto.
Testo 
Word Contributi RV – Manuel Augusto – Considerações para uma releitura da Regra de Vida
PDF   Contributi RV – Manuel Augusto – Considerações para uma releitura da Regra de Vida

Considerações para uma releitura da Regra de Vida
P. Manuel Augusto

A evocação do Concílio Vaticano II, que marcará a celebração dos 50 anos da sua convocação a decorrer durante 2012, constitui o pano de fundo ideal para a revisitação da Regra de Vida (RV), a que o último Capitulo Geral nos convida. O texto que temos nas mãos hoje deve muito ao Vaticano II e à renovação da missão, a que o concílio abriu as portas.

Comecemos com duas observações, que se impõem, a que chegamos cada vez que abrimos o texto da nossa RV e deixamos que ele nos fale.

Texto actual

A primeira observação diz respeito à experiência que nos surpreende, cada vez que abrimos o pequeno livro azul e deixamos que ele inspire a nossa reflexão e oração. O texto aparece-nos sempre actual, com uma actualidade eclesial e missionária, teológica e a espiritual, que não se esmoreceu nem perdeu vigor com o passar do tempo. Sentimos que o texto da RV faz sentido, que ilumina as questões que, ontem como hoje, defrontamos na nossa vida missionária, que nos provoca com razão, que nos confirma caminhos com sentido e segurança. O texto da RV é o resultado de um longo e laborioso processo que reduziu as questões da nossa vida e missão ao essencial, à inspiração que resiste a todas provas do tempo. Sentimos isso ao lê-lo. Percebemos que ele nos conduz a uma essencialidade para além das vicissitudes passageiras do momento, a uma visão teológica e espiritual da vida missionária para alem das sensibilidade de uma época. Diríamos que, ao lê-la atingimos a um nível de alicerce sobre o qual estamos convidados a erigir o edifício da nossa vida e missão, no tempo conturbado que nos é dado viver. Talvez não fique bem fazer comparações com outros textos de instituto… mas se ousássemos fazer a comparação, com os documentos de alguns capítulos gerais, o contraste é gritante: ainda os lemos, mas damo-nos imediatamente conta de como perderam brilho e inspiração com o passar de alguns anos, de como ficaram ultrapassados por circunstâncias e perderam o sentido que com certeza tinham para os capitulares que os redigiram. O contraste entre essencialidade e circunstacialidade é por demais evidente, se cotejamos o texto da RV com os textos capitulares, sobretudo os dos capítulos mais recentes. De certo modo, é inevitável que assim seja, já que os capítulos têm uma função e fazem um discernimento mais circunstancial e, por vezes, passional, ao sabor da sensibilidade do momento. Mas também é bom recordar que quanto mais os capítulos se aproximarem da essencialidade da RV mais sentido terá e mais eficaz será o seu discernimento.

Palavra clara

A segunda observação tem a ver com o tipo de discurso, com a palavra usada na RV. Na sua sobriedade, a palavra da RV mostra uma grande eficácia e clareza, portadoras de um sentido e de uma inspiração que se renovam no embate a que a submetemos com as questões do nosso quotidiano. A palavra da RV é uma palavra clara, forte, indicativa que respeita os nossos sentimentos e as nossas situações, sem comprometer a verdade de uma visão teológica e espiritual, as exigências de um caminho de consagração a Cristo para o serviço missionário na Igreja, as opções de uma metodologia missionária corporativa, a ser vivida por pessoas em fraternidade e comunidade.

Obviamente, é-nos a todos evidente que a palavra da RV herda esta eficácia e clareza da Palavra de Deus que cita e que de alguma maneira traduz para nós que a lemos. O autor da Carta aos Hebreus diz que «a Palavra de Deus é viva, eficaz e mais afiada que uma espada de dois gumes; penetra até à divisão da alma e do corpo e discerne os sentimentos e intenções do coração» (Heb 4, 12).

Também aqui diríamos que a palavra da RV está nas antípodas de um certo discurso que hoje fazemos sobre a sequela e a missão, um discurso segundo o espírito do tempo, muito líquido, que se adequa às circunstâncias e caprichos do momento e que perde poder de inspiração e transformação. Também aqui talvez não fique bem comparar, mas simplesmente constatar que quanto mais o nosso discurso de hoje sobre a missão de aproximar do da RV mais ele ganha em poder de inspiração e transformação das situações e das pessoas.

Missio Dei

O texto da RV não pretende obviamente ser um compendio de missiologia, mas oferece-nos os elementos para uma visão e uma mística missionária inspirada no Vaticano II e que ainda hoje conserva a sua força inspiradora.

O texto da nossa RV ajuda-nos a vermos e vivermos a missão, antes de mais nada, como “Missio Dei”. Uso a expressão cara às nossas reflexões hoje. Na RV, sobretudo na Parte Terceira “O serviço missionário do Instituto” encontramos certamente os elementos que definem a missão como Missio Dei: o plano salvífico do Pai (RV 57) que envia o Filho, que por sua vez permanece o modelo do enviado (RV 3; 3.2; 4; 4.1); o Espírito Santo, alma e protagonista da missão. Esta visão modela, por assim dizer a identidade de cada missionário, do comboniano em particular, que “chamado pelo Pai, enviado pela Igreja, confiado na acção do Espírito, consagra a sua existência a colaborar nesta acção e faz da evangelização a razão da sua vida” (RV 56).

O texto da nossa RV ajuda-nos também a nos mantermos em caminho como discípulos e enviados, enviados porque discípulos. Bento XVI tem vindo a sublinhar que na origem da sequela cristã, da sequela para a missão também, não está uma ideia, uma ideologia, o mero sentido de uma causa ou um ideal moral e ético: está um encontro pessoal com Cristo! Em linha com o que o actual pontífice tem vindo a dizer, a nossa RV diz-nos que na origem da nossa vocação está uma experiência de encontro com Cristo Senhor alimentada na amizade, nutrida diariamente na oração e na vivência dos conselhos evangélicos. Encontro que é um dom do Senhor Jesus, que por primeiro nos procura e nos oferece a sua amizade: a consagração “é, antes de tudo, uma iniciava do amor gratuito com que o Senhor chama a si aqueles que quer e os manda a levar o Seu nome às nações” (RV 20). Encontro decisivo, sempre surpreendente que despoleta dinamismos de empenho e compromisso recíproco (RV 21; 21.1): “o encontro pessoal com Cristo é o momento decisivo da vocação do missionário… chamado a seguir Cristo; isto é, a estar com Ele e a ser mandado por Ele ao mundo, partilhando o seu destino”.

Em Igreja e Fraternidade

Na vivência da sequela de Cristo para a missão, a nossa RV sublinha um elemento que depois de anos de tensão é hoje dinamicamente integrado na nossa mística e visão: a dimensão eclesial, comunitária e fraterna, da missão. A Missio Dei é vivida em comunhão e fraternidade, na Igreja e na comunidade comboniana. A Missio Dei dá forma à “missio ecclesiae”, é a sua alma e matriz inspiradora. A nossa RV reconhece, no preambulo, que “o Instituto comboniano é uma expressão da missionariedade da Igreja”. Esta dimensão eclesial, este contexto fraterno, aparece depois afirmado (ver RV 10; 12; 13; 17) ao longo do texto da RV, particularmente na Segunda Parte (Vida Consagrada 23). As exigências concretas, as alegrias e as dificuldades desta missão vivida em fraternidade, são particularmente explanadas, como seria de esperar, na parte sobre a Vida Comunitária, a segunda secção da Segunda Parte da RV.

A RV deixa contudo transparecer claramente que a nossa vida fraterna está modelada, não sobre um ideal de vida religioso-monástica, mas sobre o dinamismo próprio da Missio Dei; dinamismo pró­prio da Trindade, da vida e da missão da Igreja, uma missão vivida em fraternidade, numa comunidade apostólica; isto é numa comunidade de pessoas chamadas e enviadas aos irmãos por Cristo, na força do Seu espírito. Subjacente ao modo como a RV trata dos Conselhos Evangélicos, da Vida Comunitária e da Oração (as três secções da Segunda Parte, nos 20-55) está a concepção de uma vida fraterna eminentemente apostólica: de uma comunidade em movimento, com o dinamismo da Missio Dei.

Uma missão, muitas dimensões

O vocabulário da missão, a reflexão sobre a missão e a prática missionária enriqueceram-se e expandiram-se muito nestes 50 anos de post-concílio e nos anos que passaram sobre a elaboração e aprovação da nossa RV. Hoje falamos de uma missão que se explicita de muitos modos, que tem muitas dimensões, que vão da presença e do testemunho, ao diálogo de vida e de fé; da evangelização e do anúncio da Palavra de Deus à edificação de comunidades cristãs e da Igreja Local; da promoção humana e da luta pela justiça e pela paz, à defesa da criação, do desenvolvimento sustentável à ecologia; do ecumenismo ao dialogo inter-cultural e inter-religioso. Naturalmente, a nossa RV também é filha do seu tempo e não nos oferece esta riqueza de vocabulário e de perspectivas. As dimensões fundamentais da missão cristã, porém, estão na RV devidamente apresentadas, sobretudo na Terceira Parte, numa visão integrada e inspiradora da Evangelização: o testemunho (RV58), o anúncio (RV59), o nosso envolvimento solidário nos processos de transformação social (RV60-61), a edificação das comunidades cristãs e da Igreja Local (RV62-66), o ecumenismo (RV67) e o dialogo cultural (RV69) são dimensões da missão cristã, de hoje e de sempre, devidamente explicitadas para nós combonianos.

A nossa RV vai mais além de uma simples apresentação das dimensões essenciais da missão cristã: ela oferece-nos uma síntese matricial, um modelo da síntese que temos que conseguir ao reflectirmos hoje sobre as várias dimensões da missão cristã e ao decidirmos o nosso curso de acção. Um dos problemas com que nos debatemos hoje, tanto ao nível de reflexão como de acção, é como manter unidas as várias dimensões da missão, como as pensar e viver de maneira integrada. Facilmente as opomos umas às outras, de maneira exclusiva e antagónica, perdendo-se de vista o facto que elas formam um todo, são todas dimensões de uma única missão e que, portanto, devem ser mantidas e vividas de forma unitária e integrada, pelos membros e pelo instituto como tal. A RV indica-nos como fazermos a nossa síntese, colocando no centro a Missio Dei, sublinhando a centralidade da dimensão do anúncio e da edificação da comunidade na missão cristã.

Uma missão, muitos protagonistas

Os 50 anos de vivência post-conciliar, e os anos que levamos de vivência da RV, foram anos que despertaram para a missão cristã uma grande pluralidade de carismas, de vocações, de protagonistas. Desde os sacerdotes Fidei Donum à geminação de paróquias e dioceses, desde os grupos de leigos voluntários aos missionários leigos dos movimentos e das novas comunidades, desde os vários grupos de leigos ligados aos Institutos Missionários aos institutos Religiosos que se abriram à missão ad gentes, não param de aumentar os protagonistas da missão cristã no nosso tempo, com particular relevo para os leigos, para os jovens e para as mulheres. A nossa RV foi pioneira neste sentido ao projectar este futuro de grande riqueza de ministérios (RV64) ligados à missão e ao situar o nosso serviço missionário num contexto de pluralismo de ministérios – sacerdotes, irmãos, leigos, homens e mulheres – e num dinamismo de colaboração. Na Parte Segunda, sublinha-se a pluralidade de serviços (RV11), a abertura eclesial (RV17) e internacional (RV18), o sentido de cooperação entre os protagonistas da missão hoje (RV19) como características marcantes do Instituto Comboniano.

Uma missão, tempos diferentes

A parte da nossa RV cuja leitura nos faz perceber que falamos de uma mesma missão, mas que a vivemos hoje em tempos marcadamente diferentes daqueles em que a RV foi escrita, é a Parte Quarta que trata do Serviço de Autoridade no Instituto, da sua organização interna, a nível geral, provincial e local.

O texto da RV conserva a sua clareza e linearidade, reflectindo uma organização do instituto quase perfeitamente pensada, onde a organização local reflecte a organização e eficiência central. Ao lermos o texto ficamos com a impressão que ele foi escrito num momento de grande vitalidade e de expansão, que ele foi escrito a contar com esses dois elementos. Expansão: uma organização para assegurar a vitalidade a todas a dimensões do carisma: evangelização, animação missionária, formação de base e permanente (Parte terceira da RV56-101). Vitalidade: número de membros para assegurar as iniciativas missionárias, para manter activo o funcionamento do instituto, para assegurar as rotações e a escolha de pessoal para a liderança renovada pela frequente participação democrática de todos os membros nas escolhas e decisões (Parte Quarta: RV102-159).

Ao lermos este texto da RV hoje temos dificuldade em ver como ele se possa realizar trazendo essa entendida vitalidade ao Instituto e à missão. Historicamente, sem saber muito bem como proceder, já começámos a desmontar esta aparte da RV, com os passos dados para localizar mais o nosso serviço missionário e o nosso governo, para simplificar a maneira de organizar comunidades, províncias, instituto. O tempo que vivemos não é de expansão, mas é de implosão, por via da diminuição de vocações em muitas províncias, do envelhecimento e dos abandonos. Por isso, a nossa RV terá que ser lida, nestas partes, com um sentido de abertura ao momento que vivemos e de procura de novas e mais adequadas soluções para o problema da coordenação do instituto. A RV indica-nos contudo a pista em que devemos procurar: realismo e clareza de objectivos e de organização, uma das marcas do texto da nossa RV; fidelidade ao carisma missionário do Instituto!

Um carisma para a missão

É precisamente com uma consideração sobre o carisma que penso ser a maneira mais oportuna de terminar esta reflexão. Ao lermos ainda hoje o nosso texto ficamos com a impressão de que a RV tem um sentido muito forte do carisma: apresenta com clareza e sem lugar a dúvidas o carisma do Fundador e do Instituto. Os primeiros números da nossa RV (1-9; 10-19) não perderam brilho nem sentido e são sempre iluminantes quando os lemos com fé: o carisma de S. Daniel Comboni e do seu instituto aparece claramente identificado com o serviço missionário, inspirado no Coração de Cristo Bom pastor, orientado à nigrícia, aos mais pobres e abandonados, vivido num contexto universal e de atenção aos sinais dos tempos, aos dinamismos da Missio Dei. A identidade do carisma está expressa com clareza inspiradora nestes números, e não só no número 13 da RV sobre a finalidade do instituto e que tem, indevidamente, monopolizado a discussão sobre o carisma.

Os números da RV (20-55) que tratam da identidade do instituto comboniano como comunidade de irmãos consagrados ao serviço missionário da Igreja centram igualmente a nossa identidade em acção, em vida. A RV é um texto que inspira e regula a nossa vida de consagrados e como tal a Igreja o exigiu e aprovou. Mas a nossa RV afasta-se notoriamente dos textos das regras monásticas ou conventuais. O nosso texto, ao apresentar o nosso estilo de vida consagrada, não esquece que ela é para a missão, que estamos chamados à fraternidade para sermos enviados. O texto não esquece a natureza apostólica da comunidade comboniana, do Instituto Comboniano como tal. E é nesta identidade apostólica, que temos de promover uma reconfiguração do carisma e da nossa vida fraterna (uso a palavra reconfigurar e não refundar, que alguns usam, por considerar esta última palavra inadequada, já que fundação há só uma).

Para o fazermos, o actual texto da RV deixa-nos um estilo de linguagem clara, uma palavra cheia do poder transformador da Palavra de Deus, que estão longe da linguagem líquida, que por vezes fazemos nossa, como acima referi. A RV oferece-nos também os alicerces de toda a reconfiguração nas secções da Vida Consagrada (20-35), da Vida Comunitária (36-45) e da Oração (46-55). E, por último, a RV oferece-nos mais que um número, como por exemplo o 68 sobre as Comunidades Apostólicas, onde podemos encontrar inspiração para nos pormos em movimento e encontrarmos o ímpeto renovador que procuramos para todas as áreas do nosso serviço missionário hoje: da Evangelização (RV 56-71) à Animação Missionária (RV 72-79), à Formação de Base e Permanente (RV 80-101).

Evocação de Comboni

Estes eventuais percursos de reconfiguração da nossa vida e missão, na preservação da identidade do nosso carisma missionário e da natureza apostólica da nossa vida fraterna, estarão certamente em linha com a inspiração de São Daniel Comboni, ele que pensou os seus institutos como expressões de um movimento missionário de toda a Igreja em favor da sua amada nigrícia. Invocamos por isso, a sua presença e inspiração, na nossa leitura da RV nesta hora de reconfiguração: tarefas não fáceis, como o demonstraram os últimos capítulos gerais onde não conseguimos fazer aquela leitura coral da RV que liberte, de novo e para o nosso tempo e as Igrejas Locais onde estamos inseridos, a fecundidade do carisma missionário comboniano.

Pe Manuel Augusto Lopes Ferreira, mccj

Epifania de 2012

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Questa voce è stata pubblicata il 13/04/2018 da in Carisma comboniano, ITALIANO, PORTUGUÊS con tag .

San Daniele Comboni (1831-1881)

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