COMBONIANUM – Spiritualità e Missione

–– Sito di FORMAZIONE PERMANENTE MISSIONARIA –– Uno sguardo missionario sulla Vita, il Mondo e la Chiesa A missionary look on the life of the world and the church –– VIDA y MISIÓN – VIE et MISSION – VIDA e MISSÃO ––

2009-2019: Uma década de protestos

Os últimos dez anos foram marcados por um levantamento global contra a opressão e a corrupção dos políticos, desigualdades na sociedade e destruição do ambiente. Estas foram e são algumas lutas. 


Revolta Chile


Revista Além-Mar, Janeiro 2020

2009 – Irão

Na noite de 12 de Junho, milhões de iranianos lançaram uma “Revolução Verde” para contestar os resultados das eleições que renovavam o mandato do presidente ultraconservador, Mahmoud Ahmadinejad. Mir Hossein-Mousavi e Mehdi Karroubi, os candidatos da oposição, que denunciaram fraude e clamaram vitória, foram e continuam presos. Centenas de pessoas foram atacadas, detidas e torturadas. Em 2011-2012 e 2017-2018, foram retomados e novamente reprimidos os protestos, desta vez contra as políticas económicas. Em 15 de Novembro de 2019, um aumento de 200% nos preços dos combustíveis gerou nova vaga de manifestações – num dos maiores desafios de sempre ao regime. Mais de 200 pessoas terão sido mortas, segundo a Amnistia Internacional.

2010 – Tunísia

Foi a “Revolução de Jasmim” na Tunísia, iniciada em Dezembro, que inspirou a chamada “Primavera Árabe”. Milhares de tunisinos saíram às ruas depois de um jovem desempregado, Mohamed Bouazizi, se ter imolado pelo fogo quando agentes da polícia o impediram de vender a sua mercadoria numa feira em Sidi Bouzid. Os subsequentes protestos forçariam o ditador Zine El Abidine Ben Ali a demitir-se, em Janeiro de 2011, após vinte e três anos na presidência. A Tunísia, com uma sociedade civil robusta, foi o único caso de estabilidade política resultante das primeiras revoltas que se propagaram a vários países: Egipto, Bahrain, Iémen, Iraque, Jordânia, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Síria. Em Outubro de 2019, cativando os jovens com a promessa de integridade, o professor jubilado de Direito Kais Saied, conservador, 61 anos, foi eleito presidente com 73% dos votos.

2011 – Egipto-Iémen-Líbia

Inspirados pela sublevação tunisina, os Iemenitas revoltaram-se contra o seu ditador, Ali Abdullah Saleh, em Janeiro; os Egípcios derrubaram Hosni Mubarak, em Fevereiro; e a Líbia livrou-se de Muammar Kadhafi em Agosto. No Cairo, eleições substituíram Mubarak por Mohammed Morsi, mas a agenda islamista deste enfureceu os cidadãos e os militares que o derrubariam, em 2013. Hoje, o país é governado por um marechal, Abdel Fattah el-Sisi, que reprime violentamente qualquer tentativa de dissidência. No Iémen, Saleh foi morto num ataque, o país mergulhou no caos e uma guerra iniciada por sauditas em 2014 contra o movimento xiita Houthi causou até agora cerca de cem mil mortos e dois milhões de deslocados. A Líbia também se fragmentou: dois governos rivais e mais de 300 milícias estão envolvidos numa guerra sem fim à vista.  

2011 – Síria

A “revolução” síria começou em Março, na cidade de Deraa, com protestos pacíficos exigindo reformas políticas, sociais e económicas. Só quando o presidente, Bashar al-Assad, ordenou às forças de segurança que disparassem sobre manifestantes indefesos é que a principal revindicação passou a ser a queda do regime. A oposição, financiada e armada por vários países, cada um com a sua agenda, militarizou-se para resistir. O Irão e a Síria intervieram na subsequente guerra civil para salvar Assad. O resultado foi o maior drama humano do século xxi, com meio milhão de mortos, 1,9 milhões de feridos, 4,8 milhões de refugiados e 6,6 milhões de deslocados internos.

2012 – Argentina

Em Setembro e Novembro, milhares de argentinos revoltaram-se contra a insegurança, a corrupção e a reeleição para um terceiro mandato da presidente, Cristina Fernández de Kirchner. Uma multidão erguendo um cartaz com a inscrição “Chega de matar” ocupou o Obelisco, monumento tradicional em Buenos Aires, aludindo à crescente violência criminal no país. O protesto chegou também à Praça de Maio, diante da Casa Rosada, a sede do Governo. Sete anos depois, em Setembro de 2019, com Maurício Macri na chefia do Estado e CFK como vice-presidente, os Argentinos voltaram às ruas, desta vez exigindo aumento de salários e ajudas alimentares aos mais afectados pela grave crise económica que abala o país.

2013 – Turquia

Em 28 de Maio, os Turcos encheram as ruas de Istambul, inicialmente para travar um plano urbanístico que iria destruir os espaços verdes do Parque Gezi, na Praça de Taksin, e depois para condenar a violenta expulsão de um grupo de jovens que ali se concentrara. Cerca de três milhões e meio de pessoas terão participado em quase 5000 manifestações por todo o país. Na acção policial para esvaziar a praça, 22 foram mortas, 8000 feridas e 3000 detidas. O então primeiro-ministro (hoje presidente), Recep Tayyip Erdogan, adiou o controverso projecto, mas não perdoou os organizadores. Dezasseis deles começaram a ser julgados em 2019 e enfrentam penas de prisão perpétua, sob a acusação de “tentativa para derrubar o governo”. 

2014 – Nicarágua

Em Dezembro, dezenas de milhares de nicaraguenses saíram à rua, barricando estradas e confrontando as forças de segurança, quando o presidente, Daniel Ortega, e uma empresa chinesa lançaram a primeira pedra de um canal interoceânico, cujo projecto de construção expropriou terras de mais de cem mil camponeses. Quatro anos depois, em 16 de Abril de 2018, os Nicaraguenses voltaram à rua, desta vez para condenar a insuficiente resposta do Governo a incêndios florestais que queimaram milhares de hectares de uma reserva agrícola índia. No dia 18, o povo revoltou-se novamente, contra um plano (entretanto abandonado) de reforma da segurança social, que previa a subida de impostos e redução de subsídios. Em Setembro de 2019, a oposição retomou as manifestações, apesar de proibidas, agora exigindo liberdade para os mais de 120 presos políticos, o fim dos assassínios de líderes camponeses, a demissão do antigo combatente da Frente Sandinista de Libertação Nacional que agora aspira ao poder vitalício e a convocação de eleições antecipadas, como recomendam os mediadores da Igreja Católica.

2015 – Moldova

Em Setembro, no maior protesto desde que a Moldova se declarou independente da URSS em 1991, cerca de cem mil pessoas saíram à rua em luta contra a corrupção, depois de mil milhões de dólares terem sido desviados de três bancos nacionais. Esta “Revolução do Twitter”, convocada por um movimento de cidadãos, Dignidade e Verdade, foi precedida de uma revolta em 2009, contra o então Executivo comunista, e a ela se seguiram outros protestos, em 2016 e 2017, 2018 e 2019, que fizeram cair vários governos. 

2016 – Marrocos

Entre Outubro de 2016 e Junho de 2017, a região do Rif, pobre e berbere, no Norte de Marrocos, sublevou-se contra o poder central quando um pescador, Mohcine Fikri, morreu esmagado por um camião do lixo ao tentar recuperar 500 kg de espadarte que a polícia lhe havia confiscado. Os protestos do Hirak (Movimento) Rif imediatamente alastraram a outros pontos do reino. As autoridades detiveram 42 activistas. Em 2019, estes viram confirmadas penas até 20 anos de prisão, por “conspiração contra a segurança do Estado”. Já em 2011 e 2012, protestos pelas “primaveras árabes” na Tunísia e no Egipto haviam sido reprimidas pelo regime de Mohammed VI.

2017 – Estados Unidos

Em 21 de Janeiro, propositadamente no dia da investidura de Donald Trump e para repudiar posturas misóginas do novo presidente, uma Marcha das Mulheres tornou-se o maior protesto realizado num só dia na História dos EUA. Quase cinco milhões de pessoas participaram nesta marcha – cerca de 1,6% da população americana –, para exigir que os direitos das mulheres sejam respeitados como direitos humanos. Foram realizadas mais de 400 manifestações em todo o país e 168 em 81 outros países.

2018 – Suécia

Em Agosto, uma estudante de 16 anos, Greta Thunberg, começou a faltar às aulas um dia por semana, acampando à porta do Parlamento em Estocolmo, exigindo das autoridades suecas uma acção firme contra o aquecimento global. A sua “Greve pelo Clima” ou “Sextas pelo Futuro” inspirou outras comunidades e países, transformando-se num dos poderosos movimentos globais. Por todo o mundo, apesar de enfrentar críticas e insultos, a adolescente que já recebeu vários prémios e foi nomeada para o Nobel da Paz atrai outros jovens para as suas iniciativas. Uma das mais recentes, em Dezembro de 2019, foi uma “Marcha pelo Clima”, que serviu de contrapeso a uma cimeira da ONU (COP25) e mobilizou meio milhão de pessoas. Foi eleita em 2019 personalidade do ano pela revista Time, sendo a pessoa mais nova a receber esta distinção.

2018 – Reino Unido

Em Outubro, nasceu em Londres e espalhou-se pelo mundo o movimento ecologista Extinction Rebellion (XR, na sua abreviatura), empenhado numa campanha de desobediência civil pela protecção de todas as espécies do planeta. Alertando para a urgência de travar uma “catástrofe climática que ameaça a [nossa] sobrevivência”, os activistas do XR recorrem a diversos meios para fazer passar a sua mensagem, desde bloquear pontes a interromper com drones os voos no Aeroporto de Heathrow. Vários activistas têm sido detidos.

2018 – França

Em 17 de Novembro, revoltados com a decisão do governo de Emmanuel Macron de aumentar o imposto sobre os veículos a diesel e reagindo a uma petição online que atraiu quase um milhão de assinaturas, dezenas de milhares de franceses, sobretudo da classe média e dos subúrbios, foram para as ruas bloquear rotundas e cruzamentos. Os seus coletes amarelos deram nome a um possante movimento contestatário que inspirou outros semelhantes em vários países. As autoridades aboliram, entretanto, as taxas que geraram o protesto inicial, mas as reivindicações já são agora mais de 40, designadamente, a reintrodução de um imposto de solidariedade sobre a riqueza e o aumento do salário mínimo. A repressão policial terá contribuído para que o movimento fosse infiltrado por grupos violentos de extrema-direita, envenenando o que muitos consideravam uma luta justa. 

2018 – Haiti

Em Julho e em Dezembro, centenas de milhares de haitianos saíram à rua em várias cidades, inicialmente para contestar o aumento dos preços dos combustíveis e depois para exigir a demissão do presidente, Jovenel Moïse, suspeito de corrupção. Os protestos deixaram à beira do colapso total um país onde 60% dos 11 milhões de habitantes sobrevive com menos de dois dólares por dia e 25% com menos de um, onde 3,7 milhões (um em cada três) precisam de ajuda alimentar urgente e um milhão passa fome.

2019 – Argélia

Em 16 de Fevereiro, transbordando a fúria reprimida em 2010-2012, milhões de argelinos iniciaram uma pacífica “Revolução dos Sorrisos”, que forçou a demissão do presidente, Abdelaziz Bouteflika, quando este se preparava para um quinto mandato. Os poderosos militares deixaram-no cair para salvar o regime: os cinco candidatos às eleições presidenciais de 12 de Dezembro apoiaram ou participaram nos executivos de Bouteflika. Inconformados, os Argelinos continuam o seu “Hirak” (movimento de protesto), apesar de centenas de detenções, segundo grupos de direitos humanos.

2019 – Sudão

Protestos pacíficos contra o aumento do preço do pão, em Dezembro de 2018, abriram caminho a um movimento da sociedade civil, que havia de pôr fim a três décadas de tirania de Omar al-Bashir, em Abril de 2019. Tal como na Argélia, os militares deixaram cair o presidente para manter o regime, mas a perseverança dos manifestantes, que não arredaram pé das ruas apesar de quase 250 mortos e mais de 1300 feridos, obrigou o Exército a ceder o poder a um civil, Abdalla Hamdok, primeiro-ministro investido em 21 de Agosto para exercer funções durante um período transitório.

2019 – Brasil

Em Agosto, quando incontroláveis fogos consumiam a Amazónia, milhares de pessoas encheram as ruas de cidades do Brasil – e de outras na América, Europa e Ásia –, exigindo a preservação de uma floresta valiosa para toda a humanidade. Um dos alvos dos protestos foi o presidente, Jair Bolsonaro, apoiado por um influente lóbi agro-pecuário, responsável por muitas das queimadas e desmatação.

2019 – Bolívia

O primeiro presidente indígena da Bolívia, no poder desde 2006, Evo Morales foi forçado a demitir-se, em Novembro, após três semanas de protestos gerados por controversas eleições em que procurou obter um quarto mandato, proibido pela Constituição. Morales pediu asilo no México e aqui denunciou um golpe militar. O poder foi entregue interinamente à vice-presidente do Senado, Jeanine Áñez, da oposição. Depois de uma postura inicialmente agressiva, a ultraconservadora Áñez aceitou, entretanto, negociar com deputados do anterior governo a marcação de novas eleições. Também chegou a acordo com movimentos sociais que lhe são hostis, o que permitiu o levantamento de mais de 90 bloqueios de estrada, a retirada do exército de localidades não estratégicas e a revogação de uma lei polémica que concedia aos militares impunidade por acções violentas contra os manifestantes. 

2019 – Catalunha

Em 14 de Outubro, após a condenação dos principais líderes independentistas a penas entre 9 e 13 anos de prisão, manifestações em massa regressaram a Barcelona e a outras cidades catalãs. Tudo começou em 10 de Julho de 2010 quando 1,5 milhões de pessoas se manifestaram no centro de Barcelona contra a decisão do Supremo Tribunal de Espanha de anular ou reinterpretar vários artigos do Estatuto de Autonomia da Catalunha aprovado em 2006. Sob o lema Nosaltres decidim (“Nós decidimos”), foi uma mobilização até então sem precedentes, que se repetiria nos anos subsequentes. Em 27 de Outubro de 2017, no que o Governo de Madrid considerou ser uma violação da Constituição espanhola, o Parlamento catalão realizou um referendo sobre a independência. O “sim” venceu e os organizadores do voto popular foram detidos ou forçados ao exílio. 

2019 – Chile

As manifestações no Chile começaram em Novembro, quando o Governo decretou um aumento de 3,75% (depois revogado) do preço dos bilhetes do Metro de Santiago. Os protestos, encabeçados por jovens, foram duramente reprimidos pela polícia, o que aumentou a indignação popular. A revolta é agora mais abrangente, contra a desigualdade social e as graves deficiências no sector público, criadas por políticas neoliberais (a privatização dos serviços de educação, saúde e pensões, água e electricidade) impostas desde a queda do ditador Augusto Pinochet, em 1990. Num dos países mais prósperos da América do Sul, o rendimento per capita deveria dar aos Chilenos um salário mensal de 2000 dólares, mas a maioria aufere 550 ou menos. Os ricos ganham 14 vezes mais do que os pobres. Nas ruas, exige-se a demissão do presidente, Sebastián Piñera.

2019 – Colômbia

Em Novembro, nos maiores protestos dos últimos quarenta anos na Colômbia, centenas de milhares de pessoas desfilaram pelas ruas de várias cidades contra o Governo direitista de Iván Duque, exigindo a aplicação integral do acordo de paz com os rebeldes das FARC, combate à corrupção e o fim do assassínio de activistas de direitos humanos e líderes indígenas (pelo menos 155 foram mortos desde que Duque foi eleito em Agosto de 2018). A luta engloba outras reivindicações. Três greves gerais em duas semanas foram convocadas por movimentos sindicais contra planos para eliminar o fundo estatal de pensões, aumentar a idade da reforma e reduzir o salário dos jovens. Em pânico, as autoridades fecharam, temporariamente, fronteiras e puseram o Exército em alerta máximo. 

2019 – Equador

Depois de quase duas semanas de protestos que paralisaram a economia do Equador e causaram sete mortos, o presidente, Lenín Moreno, aceitou revogar o “Decreto 883” que eliminava subvenções estatais aos combustíveis e punha em risco a subsistência das populações indígenas. No âmbito de um acordo bilateral, Moreno abandonou um plano do FMI que exigia o aumento dos preços do gasóleo e gasolina em troca de um empréstimo equivalente a 3,8 mil milhões de euros. Os líderes indígenas, por seu turno, cessaram as manifestações e bloqueios de estrada, que fecharam várias empresas, reduziram a metade a produção de petróleo e interromperam a exportação deste que é o principal recurso do país. 

2019 – Hong Kong

Foi em Junho que começaram os protestos em Hong Kong, inicialmente apenas contra um projecto de lei para extraditar suspeitos para a China continental que ameaçava um sistema judicial independente. O controverso projecto foi abandonado em Setembro, mas os manifestantes exigem agora o que Pequim dificilmente lhes dará: democracia. Os protestos continuam a atrair milhares de cidadãos, apesar de violentos confrontos com as forças de segurança, e ganharam um novo estímulo depois de, em Dezembro, eleições locais terem dado uma enorme vitória aos opositores do regime chinês. 

2019 – Iraque

No dia 1 de Outubro, milhares de iraquianos no Centro e Sul do país rebelaram-se contra o sistema sectário, corrupto e inepto que os governa desde que uma invasão americana derrubou o ditador Saddam Hussein em 2003. Exigem também o fim da influência iraniana, que controla várias milícias. Em 29 de Novembro, face à bravura dos manifestantes, que não abandonam as ruas apesar de chacinas cometidas pelas forças de segurança, demitiu-se o primeiro-ministro, Adil Abdul-Mahdi. Em Dezembro de 2019, um balanço da comissão independente de direitos humanos apontava para quase 500 mortos e cerca de 20 mil feridos. 

2019 – Líbano

Em 17 de Outubro, dezenas de milhares de libaneses, de todas as (17) confissões religiosas, iniciaram uma série de manifestações, indignados com um plano do Governo para impor uma taxa diária para quem fizesse chamadas de voz pela Internet através de aplicações como WhatsApp. Os protestos, que uniram cristãos, sunitas, xiitas e drusos contra toda uma classe política corrupta e sectária, foram os maiores de sempre no País dos Cedros desde que, em 2005, um movimento cívico forçou a retirada de cerca de 40 mil soldados sírios, após o assassínio (ordenado por Damasco) de um popular primeiro-ministro, Rafic Hariri. 

2019 – Itália

Em Novembro, quatro jovens italianos criaram em Bolonha, bastião do partido de extrema-direita Liga, o movimento das “sardinhas”. Apareceu como uma espécie de flashmob para desafiar um comício de um “tubarão” da política: o antigo ministro Matteo Salvini. Os “sardinhas” tornaram-se tão populares que, a 14 de Dezembro, não só milhares de manifestantes encheram a principal praça de Roma como, pela primeira vez, os protestos «contra a intolerância, o ódio e o fascismo» se expandiram a várias outras cidades do mundo.

 

Rispondi

Inserisci i tuoi dati qui sotto o clicca su un'icona per effettuare l'accesso:

Logo di WordPress.com

Stai commentando usando il tuo account WordPress.com. Chiudi sessione /  Modifica )

Google photo

Stai commentando usando il tuo account Google. Chiudi sessione /  Modifica )

Foto Twitter

Stai commentando usando il tuo account Twitter. Chiudi sessione /  Modifica )

Foto di Facebook

Stai commentando usando il tuo account Facebook. Chiudi sessione /  Modifica )

Connessione a %s...

Questo sito utilizza Akismet per ridurre lo spam. Scopri come vengono elaborati i dati derivati dai commenti.

Informazione

Questa voce è stata pubblicata il 23/01/2020 da in Atualidade social, PORTUGUÊS con tag .

  • 382.565 visite
Follow COMBONIANUM – Spiritualità e Missione on WordPress.com

Inserisci il tuo indirizzo email per seguire questo blog e ricevere notifiche di nuovi messaggi via e-mail.

Segui assieme ad altri 805 follower

San Daniele Comboni (1831-1881)

COMBONIANUM

Combonianum è stata una pubblicazione interna nata tra gli studenti comboniani nel 1935. Ho voluto far rivivere questo titolo, ricco di storia e di patrimonio carismatico.
Sono un comboniano affetto da Sla. Ho aperto e continuo a curare questo blog (tramite il puntatore oculare), animato dal desiderio di rimanere in contatto con la vita del mondo e della Chiesa, e di proseguire così il mio piccolo servizio alla missione.
Pereira Manuel João (MJ)
combonianum@gmail.com

Disclaimer

Questo blog non rappresenta una testata giornalistica. Immagini, foto e testi sono spesso scaricati da Internet, pertanto chi si ritenesse leso nel diritto d’autore potrà contattare il curatore del blog, che provvederà all’immediata rimozione del materiale oggetto di controversia. Grazie.

Categorie

%d blogger hanno fatto clic su Mi Piace per questo: